Ajuda ao setor imobiliario e fala do Fed acalmam mercado e bolsas sobem
Bolsas abrem comotimismo no Brasil, seguindo Estados Unidos, onde se espera para daqui a pouco a fala do presidente do Federal Reserve sobre a política monetária a ser seguida para enfrentar a crise do crédito imobiliário.
O presidente George Bush deve anunciar também medidas de apoio ao setor imobiliário como um todo.
Isto mostra que as autoridades econômicas americanas já sabem que a crise é apenas do sistema financeiro baseado no setor imobiliário da economia doméstica.
O resto da economia dos Estados Unidos está indo bem.
Como dissemos desde o inicio, ainda entendemos que o Fed não vai fazer cortes na taxa báscia de juros - pelo menos antes de 18.
E também na reunião do dia, vai depende do que acontecer nestes primeiros quinze dias do mês, começando segunda-feira.
Mas apostamos que o Fed vai sinalizar mantendo os juros onde estão (5,25%) ou promovendo uma queda única de 0,25%.
Contra isto existe uma coisa que autoridade monetária leva em conta: a pressão do mercado para forçar o governo americano a derrubar juros pode funcionar ao contrario e o Fed segurar, não fazer nada dia 18 e divultar uma ata didática algum tempo depois, de modo a avaliar o impacto sobre o setor real da economia americana e mundial.
Enquanto isso está havendo um saudável ajuste global, a começar pela percepção de que agora existe internet, blog, mercado financeiro global garantido pelos satélites americanos, europeus e asiáticos.
Só os dissidentes árabes não dispõem de satélites próprios, mem de mercados globalizados - por isso, estão fadados a perder o curso da história, que caminha para a frente.
Adiante é o capitalismo global, ainda que agora ligeiramente menos financeirizado porque teria aprendido com a crise financeira atual, que pode virar crise de liquidez - e aí sim, contamir o setor real da economia.
Mas antes disso lembre-se que além das maiores forças armadas do globo, o impérdio dispõe também do controle total sobre os sitemas financeiros mundiais, sem uma única exceção.
E Bush não é Lula, naturalmente.