Wednesday, September 19, 2007

A crise é danada de boa, quer dizer, danada de ruim, maior do que pensávamos e vai durar pelo menos dois anos

Sem querer dar uma de urubu, a crise é pra valer - é no que deu a financeirização que a gente vem ouvindo e denunciando desde a histórica reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Seattle (EUA).

Aqui entre nós, economista tem que reajustar a tabela de consulta mas também que ir a show de rock,,, né? E vai dar sua contribuição… 

Pelo menos pra clientes mais chatos como El Compñero Boliviariano Chavez….

E aqui dentro, eim, tem oe tanol chegando. Ipea, Marcio Porchman, falam em 4.5% de crescimento econômico e inflação - virou um signo quase mágico, não é Constantino o Velho?

PS: como vivi durante mais de 20anos como repórter de economia volta e meia cobrina  contas nacionais, balanço de pagamentso etc  tenho aindameu caderninho, j´z aud o palm num consegui, moça…

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Tuesday, September 18, 2007

Fed corta meio ponto: Querid@ Alistair anuncia socorro a Rocha do Norte, que estava caindo sob ataque dos bárbaros

18/09/2007 por João Arnolfo

O Federal Reserve baixou os juros básicos em 0,5 ponto percentual, derrubando as expecativas de um corte moderado de 0,25 pp e sinalizando - como no Compom brasileiro - que pode agora dar um tranco na próxima reunião e parar de mexer nos juros.

Ou até aumentá-los nos meses seguintes, caso  os mercados globais se reaqueçam mui rapidamente.

É o fine tunning do imperio mostrando como se faz política monetária numa boa, nem tanto deixando de ouvir o mercado, nem atendendo operadores amig@s da onça.

Cortou muito, para dar um impacto positivo sobre as expectativas. Se estivesse lá você faria o quê?

Sugeri estes dias ao companheiro Antonio Palocci aqui no plenário não baixar mais os juros, na reuniãoda semana passada do Copom, só pra contrariar os operadores.

Uma mania que peguei com ex-Berkeley Pedro Malan, ye know.

Ao cortar logo o que faria em duas doses, o Fed  mostrou que a crise financeira mundial é maior do que nós, pobres economistas e jornalistas de economia, imaginávamos.

Ao cortar, caiu para 4,75% ao ano - duca, né?

Tudo evitar The Big One.

E no parágrafo três da biblia, digo, do paper do Fed, se lê que há risco, possibilidade de recessão mesmo.

Para evitar a recessão que vem por aí, no rastro da quebra de instituições que compraram titulos pobres do mercado imobiliario ammericano - como o Northern Rock (Rocha Nortista) socorrrido hoje (18) pelo Banco da Inglaterra, com nova injeção de dinheiro.

O ministro das Finanças do Reino Unido, sir Alistair Crowley (ou seria Alistair Darlling?)

Não, isso não pode:

 Querid@ Alistair anunciou socorro à Rocha do Norte, que estava caindo sob ataque dos bárbaros.

Digo, dos especuladores do mercado financeiro global.

São os bárbaros, sir! Eles estão chegando!

O dólar vai a mais de dois reais! É o caos?

Ainda não… pode vir a cavalaria do 7* Regimento, wow…

É a crise final?

No, sir.

PS - Quem foi Alistair Crowley mesmo?

Posted by Joao Arnolfo at 21:34:02 | Permalink | No Comments »

Você também está dependendo do corte de 0,25% na taxa de juros do Federal Reserve?

O mundo inteiro, pela primeira vez, está de joelhos na frente das telas de tv esperando daqui alguns minutos não mais a fumacinha branca do Vaticano com o “habemus papa”, mas sim..

…o corte de 0,25 pontos percentuais na taxa báscia de juro nos Estados Unidos.

Coleguinhas estão eletrizantes aqui no Fed: não seria melhor não se dobrar às pressões especulativas do mercado?

É o capitalismo, brother.

Posted by Joao Arnolfo at 19:30:19 | Permalink | No Comments »

Tuesday, September 11, 2007

Bolsa abre em alta em Wall Street à espera de confirmação do Fed de redução do juro básico em 0,25% dia 18

O mercado americano abriu em alta na espera da fala do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, às 11 horas, em Berlin.

Querem indicios do que vai decidir o comitê de política monetária deles sobre os juros básicos, na próxima terça-feira: vai reduzir em 0,25%  para evitar mais recessão ano que vem nos Estados Unidos por causa da expctativa do consumidor que está em queda e principalmente por causa do estouro da bolsa financeira imobiliaria.

Ontem à noite um dos diretores do Fed, Frederic S. Mishkin, disse algumas palavras sobre a volatilidade do mercado e a ameaça de desaceleração do crescimento do PIB da maior economia americana. Ele disse que a crise no mercado financeiro imobiliario americano pode reduzir o crescimento.

Óbvio, mas vindo do Fed neste momento é importante indicador do que vão fazer semana que vem com os juros básicos.

Posted by Joao Arnolfo at 14:39:23 | Permalink | Comments (1) »

Thursday, September 6, 2007

Cauteloso por causa de crise externa e da pressão interna de preços, Banco Central reduz o ritmo de queda na taxa básica de juros: Copom corta apenas 0,25%

Seguindo a expectativa de praticamente todo o mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central acaba de anunciar, após dois dias de reunião, mais um corte na taxa básica de juros (selic) da economia brasileira, de 0,25%.

Com isso a taxa básica usada pelos bancos para orientar suas operações cai de 11,5% para 11,25% ao ano, o nivel mais baixo desde a estabilização da economia brasileira.

O dolar teve uma pequena alta, fechando a R$ 1,97, enquanto a Bolsa de São Paulo fechou com queda de 1,53% no rastro da queda ocorrida na bolsa de Nova York.

O ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, atualmente deputado pelo PT do Estado de São Paulo, também esperava o corte de 0,25% e lembra que a confirmação desta redução no ritmo de queda nos juros básicos mostra que o país está atento à evolução da crise dos mercados imobiliários norte-americanos mas entende que possui fundamentos econômicos suficientemente bons para não interromper de vez a queda dos juros.

Há temor de uma inflação de demanda, pois alimentos e outros itens tem subido mais rapidamente nas ultimas semanas - o tomate subiu 7% ao consumidor em 30 dias.

Mas o governo não acredita em ameaça de volta da inflação - a meta deste ano, em torno de 4%, está mantida.

O que há é uma percepção de que a economia brasileira está excessivamente aquecida devido aos 18 cortes mensais de juros efeutados pelo Copom, com segurança, sem causar abalos na relação oferta/demanda.

Agora, no entando, parece que acendeu a luz amarela e o Banco Central vai manter a taxa basica em 11,25% até o ano que vem, a a não ser que por um milagre as turbulencias internacionais no rastro da desaceleração da economia americana cheguem ao fim até dezembro.

 

Posted by Joao Arnolfo at 00:18:52 | Permalink | Comments (1) »

Wednesday, September 5, 2007

FORA RENAN! Envie emails para todo mundo para que não absolvam Renan Calheiros no plenario na próxima semana

FORA!  

FORA RENAN!

FORA RENAN!FORA RENAN!

FORA RENAN!FORA RENAN!FORA RENAN!

FORA RENAN!

AVISE @S mailto:ecologica.via@gmail.com AGORA:

Hoje (5) o conselho de ética do Senado vota às 10h se pede ou não ao plenário a cassação de Renan Calheiros (PMDB-AL).

A Turma de Renan faz tudo agora para que

 ”a coisa”

 vá logo pro plenário, onde já fizeram acordos com a maioria dos senadores!

ATENÇÃO!

Muitos Senhores Senadores foram injustamente ameaçados pelos amigos de Renan e sofreram chantagem por causa das  mônicas, verônicas, mírians e seus amigos de gerentes de bancos e compadres lobistas de empreiteiras!

FAÇA SUA PARTE

ENVIE EMAILS DE PROTESTO O DIA INTEIRO

ATÉ RENAN SER CASSADO

 E PERDER OS DIREITOS POLITICOS POR OITO ANOS NO MINIMO,

POR RECEBER DINHEIRO DE EMPREITEIRA MENDES JUNIOR

E DA CERVEJARIA SCHINCARIOL,

ENTRE OUTRAS

FIRMAS

CAPITALISTAS

PODRES!

Faça sua mensagem do tipo:

FORA RENAN!

e

envie

para:

presidente@stf.gov.br

presidente@planalto.gov.br

presidente@camara.gov.br

presidente@senado.gov.br

ou

escolha os emails de sua preferencia em:

www.camara.gov.br

www.senado.gov.br

www.planalto.gov.br

www.stm.gov.br

se não der certo experimente reclamar com o papa

benedictus@vaticano.org

OU ENTÃO ESCREVA PRO CARA QUE MANDA NESSA PÔRRA TODA

georgewalkerbush@whitehouse.gov

Imperatorius et Domine

ad

annus domini 2012

Terra, Terraium

Solarium

+ 1 campanha de utilidade política da

ViaEcologica.Com

Posted by Joao Arnolfo at 12:23:02 | Permalink | No Comments »

Copom pode deixar redução dos juros para depois da prorrogação da CPMF no Congresso

Gaguejante, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, fez um apelo dramático porém menos convicente do que a ameaça que ficou implícita à noite,  quando o plenário se esvaziou e os deputados foram saber que dia Renan será julgado no plenário - absolvido segundo os amigos do governo, ou cassado segundo a oposição e os independentes.

A impressão que ficou do ministro Mantega - e do esforço concentrado de mais três ou quatro do primeiro escalão de Lula, que apareceram no Congresso - é que o Ministério da Fazenda terá que ser durão, algo que o professor Guido não precisou exercitar até agora diante do cenário de estabilidade em clima internacional de crescimento sem crises, se quiser mesmo aprovar a CPMF com a atual alíquota de 0,38%.

De jeito nenhum, neste momento, o Brasil pode passar a impressão de fraqueza da autoridade monetária - se fizer isso uma vez, o mercado monta.

Portanto, há quem esteja votando no Banco Central em favor de um tranco na política monetária: basta não mexer na taxa Selic nesta quinta-feira e deixar para fazê-lo na reunião seguinte quando, então sim, poderia ser efetuado um corte de 0,25% como o mercado quer para ontem.

Espere um pouco mais para ver como ficarão receitas e despesas - não é um mal conselho e não atrapalha em nada o projeto original de so Lula e Henrique Meirelles sabem qual é.

De modo que ficamos assim: já admito que podem, sim, fazer o corte de 0,25 pontos percentuais tão logo tenham certeza de que a receita não será detonada pelos parlamentares que ameaçam não prorrogar a contribuição por mais três anos.

Ou aprovar a prorrogação somente se isto estiver vinculado a uma redução gradual da alíquota, deixando a contribuição permanente mas com algo simbólico apenas, que sirva para o objetivo original: rastrear operações bancárias que tentam ludibriar o imposto de renda e acobertar atividades ilegais.

E você, acha que o BC vai: a) não mexer na taxa de juros hoje; b) reduzir hoje a taxa em 0,25 pp; ou c) reduzir a taxa em 0,5 pontos; d) nada disso.

PS - Ah, o mais importante que ouvi do professor Mantega no Congresso foi a vinculação entre necessidade de se reduzirem os juros básicos da economia para os níveis que estimulem investimentos produtivos, de um lado, e de outro a obtenção do almejado “investment grade” por parte do governo Lula para atrair boa parte dos globaldolares que andam medrosos no ciberespaço do planeta financeirizado. “Grau de investimento’: é isso que quer dizer, e para se estar na faixa do grau de estabilidade e bons fundamentos econômicos o país precisa ter taxas de juros civilizadas. O problema é fazer isso sem perder o controle novamente sobre os preços internos e o balanço de pagamentos no final da crise fiscal.

 

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Tuesday, September 4, 2007

Fazenda estimula setor interno de hotelaria e turismo para gerar emprego e divisas internacionais

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta terça-feira (4) medidas de redução de tarifas de importação para produtos que, embora não sejam considerados bens de capital, funcionam como parte de complexos produtivos que se assemelham fábricas com suas máquinas, em termos econômicos.

É o caso dos hotéis, que o governo quer estimular como parte da exploração do potencial de turismo do país, tanto para gerar atividade interna (emprego e renda rapidamente) como para atrair turistas estrangeiros, principalmente americanos, que deixam dólares como se estivéssemos “exportando” natureza e beleza no caso do ecoturismo.

Os empreendimentos hoteleiros vão se beneficiar de mecanismos que lhes permitirão depreciar mais rapidamente o investimento, para efeito de tributação, disse o ministro da Fazenda à imprensa.

Isso tornará mais atrativo o investimento neste tipo de negócios e diminuirá o custo do empréstimo bancário para o empreendimento.

Na mesma linha, compondo o “pacote turismo” de Mantega, foram reduzidas alíquotas de importação de bens como fechaduras eletrônicas, sensores, torneiras que consomem menos água e outros produtos que são usados tanto em complexos de resorts quanto em pousadas simples, com a vantagem de serem quase todos de caráter conservativo em matéria energética, com selo ecológico (como no caso de válvulas de descarga econômicas).

A ministra do Turismo, Marta Suplicy, trabalha em sintonia com o Ministério da Fazenda, dentro do plano mais amplo do governo Lula de estimular - com a ajuda da Petrobras e outras empresas de grande porte - o mercado interno, inclusive para fortalecer a economia diante de crises externas do capitalismo globalizado.

Junto com sua colega do Meio Ambiente, Marina Silva, a ministra do Turismo vem dando atenção especial ao segmento do ecoturismo, por seu potencial de crescimento entre a população mais velha de todo o mundo, que ja tem poder aquisitivo e tempo disponível e, também, pelo potencial de educação e geração de emprego no interior para a juventude.

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