O Federal Reserve baixou os juros básicos em 0,5 ponto percentual, derrubando as expecativas de um corte moderado de 0,25 pp e sinalizando - como no Compom brasileiro - que pode agora dar um tranco na próxima reunião e parar de mexer nos juros.
Ou até aumentá-los nos meses seguintes, caso os mercados globais se reaqueçam mui rapidamente.
É o fine tunning do imperio mostrando como se faz política monetária numa boa, nem tanto deixando de ouvir o mercado, nem atendendo operadores amig@s da onça.
Cortou muito, para dar um impacto positivo sobre as expectativas. Se estivesse lá você faria o quê?
Sugeri estes dias ao companheiro Antonio Palocci aqui no plenário não baixar mais os juros, na reuniãoda semana passada do Copom, só pra contrariar os operadores.
Uma mania que peguei com ex-Berkeley Pedro Malan, ye know.
Ao cortar logo o que faria em duas doses, o Fed mostrou que a crise financeira mundial é maior do que nós, pobres economistas e jornalistas de economia, imaginávamos.
Ao cortar, caiu para 4,75% ao ano - duca, né?
Tudo evitar The Big One.
E no parágrafo três da biblia, digo, do paper do Fed, se lê que há risco, possibilidade de recessão mesmo.
Para evitar a recessão que vem por aí, no rastro da quebra de instituições que compraram titulos pobres do mercado imobiliario ammericano - como o Northern Rock (Rocha Nortista) socorrrido hoje (18) pelo Banco da Inglaterra, com nova injeção de dinheiro.
O ministro das Finanças do Reino Unido, sir Alistair Crowley (ou seria Alistair Darlling?)
Não, isso não pode:
Querid@ Alistair anunciou socorro à Rocha do Norte, que estava caindo sob ataque dos bárbaros.
Digo, dos especuladores do mercado financeiro global.
São os bárbaros, sir! Eles estão chegando!
O dólar vai a mais de dois reais! É o caos?
Ainda não… pode vir a cavalaria do 7* Regimento, wow…
É a crise final?
No, sir.
PS - Quem foi Alistair Crowley mesmo?