Saturday, August 18, 2007

Sarney Filho recebe o prêmio de Meio Ambiente da Ordem dos Economistas do Brasil

Considerado o melhor ministro do Meio Ambiente que as ongs ja tiveram no governo, o deputado verde Sarney Filho (PV-MA) recebe nesta segunda-feira (20), em São
Paulo, o Prêmio da Ordem dos Economistas do Brasil, na categoria Meio
Ambiente.

Conferido “em função das lições que ministra quanto ao respeito profissional
e contribuição para o desenvolvimento econômico e social do Brasil”. o premio criado em 1960 “representa um incentivo a mais na luta em prol do desenvolvimento
sustentável, tão decantado na oratória e ainda tão pouco alcançado na
prática”.

“Apesar dos percalços pelos quais nosso Parlamento tem passado nos últimos
anos, tenho procurado servir ao povo brasileiro em diversas frentes e a
principal dela, a causa ambiental, levou-me a assumir a direção do Partido
Verde e da Frente Parlamentar Ambientalista, que conta hoje com mais de 300
deputados e senadores”, disse Zequinha Sarney.

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Veja só quem mais recebe este importante prêmio:

Economista do Ano,Celso Luiz Martone; Economista Homenageado, João Paulo Reis Veloso;
Economista do Setor Público, Fabio Giambiagi; Economista do Trabalho, José
Pastore; Meio Ambiente, José Sarney Filho e Fábio José Feldmann; Projetos
Sociais, José Police Neto e Raymundo Magliano Filho; Menção Especial, Ellen
Gracie Nortflett, Fernando Haddad, Ildefonso Bezerra Falção Junior, José
Serra, Roberto Smith, Yeda Rorato Crusius; Agricultura, Silvio Crestana;
Comércio, Guilherme Afif Domingos; Cooperação Internacional, Alain Alcouffe;
Gestão Empresarial, Henrique Constantino; Empresário, Antonio Ermirio de
Moraes; Economista Chefe; Altamir Lopes; Economista do Setor de Ensino e
Pesquisa; Wilson Suzigan; Jornalista Econômico, Miriam Leitão.

Ao divulgar a relação dos premiados, a OEB, que completa este ano 72 anos,
ressalta que o prêmio é destinado a pessoas que “pela sua atuação constante,
dedicam-se a fortalecer a atividade econômica do país. “São pessoas de
espírito incansável, fé inabalável e com capacidade de trabalho,
qualificadas a mudar a visão de futuro orientada pela modernidade e
simplicidade, e que no cotidiano superam, humildemente, os preconceituosos e
buscam no sucesso pessoal um rastro de responsabilidade social”.

A solenidade será realizada às 19h30, no
Buffet Rosa Rosarum,
Rua Francisco Leitão, 416
Bairro de Pinheiros, SP.

Fonte: Assessoria de imprensa do deputado Sarney Filho 61- 32155202
www.dep.sarneyfilho@camara.gov.br

Posted by Joao Arnolfo at 20:05:03 | Permalink | No Comments »

Brasil msotra reservas récordes de US$ 160 bilhões para enfrentar crise financeira internacional

A resposta do governo Lula aos especuladores que aproveitam para ganhar dinheiro com a crise internacional de crédito foi rápida: o Banco Central informou hoje (17) que as reservas brasileiras atingiram US$ 160 bilhões - o nível mais alto da história, mostrando que o país estaria preparado para a eventualidade de agravamento da crise financeira mundial.

Quando começou a crise externa devido à quebra do mercado de crédito imobiliário nos Estados Unidos, semana passada, as reservas brasileiras já estavam em pouco mais de US$ 158 bilhões - “quase US$ 100 bilhões de colchão de garantia”, disse um economista do Ministério da Fazenda.

Em Nova York o dia começou com uma surpresa, mostrando aos especuladores que o Federal Reserve (Banco Central americano) está disposto a agir para acalmar as bolsas: foram reduzidas em meio ponto percentual as taxas do redesconto, cobradas dos bancos comerciais para obter crédito do Fed no fechamento de posições  temporárias de iliquidez. As taxas cairam de 6,25% para 5,5%

“Vamos usar quantas vezes for preciso”, avisou o Fed. No Brasil já se usou muito isso, mas lá era algo quase esquecido, há 14 meses não se mexia na taxa de redesconto.

Agora o mercado espera que caiam também as taxas de juros básicos, similar à nossa taxa dos títulos públicos (selic) fixada regularmente nas reuniões do comitê de politica monetária do Banco Central (Copom).

A reunião do Fed para ver isso está marcada para dia 18, mas nada impede uma antecipação, se for preciso.

Tudo depende do tamanho do apetite do mercado.

O dólar no Brasil estabilizou-se no nível de R$ 2,025 e pode voltar ao nível de R$ 1,9 ou até de R$ 1,8 como esperavam os bancos para o final deste ano. Tudo depende da queda de braço nos próximos dias, semanas, meses. 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que as variações no câmbio não afetam o crescimento da economia brasileira nem provocam pressão inflacionária.

Economistas conservadores como Affonso Celso Pastore, ex-presidente do BC, prevêm um crescimento do PIB este ano pouco acima de 5%.

Ele não disse, mas certamente o pacote para blindar a economia, contra a crise internacional de crédito, passa pelo fortalecimento do balanço de pagamentos, com o acúmulo de mais reservas e dólar mais alto para estimular exportações e conter importações.

Assim como inclui maior preocupação com as contas nacionais do que os economistas do PT costumam ter - será preciso manter o superávit primário elevado e dar uma freada na tendência de queda na taxa básica de juros.

O Copom deve pelo menos deixar como está, interrompendo a sequência de quedas nas taxas, dependendo de como se comportam os mercados na próxima semana.

Se continuar a volatilidade que se viu ontem e hoje,  certamente o BC aumentará em pelo menos 0,25 pontos a taxa básica de juros, que regula as transações entre os bancos e se reflete sobre a oferta de crédito e os juros na ponta final do consumidor. 

Este tranco, segundo economistas do Ipea, é para avisar que há bala na agulha suficiente para desestimular os que especulam contra os fundamentos do capitalismo global. 

Posted by Joao Arnolfo at 04:09:39 | Permalink | Comments (1) »